"O povo não deve temer o Governo, o Governo deve temer o povo" - V
Cara, V for Vendetta (V de Vingança) é, simplesmente, um filme sensacional.
Ele passa os ideais que muitas vezes faltam às pessoas de que não é o Governo que deve mandar no país, mas sim o povo!
V não é uma pessoa, um vingador, um símbolo ou um herói. V é uma ideia, um objetivo, uma necessidade de mudança.
Deixando um pouco de lado a parte filosófica do filme, os personagens do filme representam de maneira perfeita o que eles deveriam passar, na minha opinião:
V: Uma pessoa que busca vingança e a mudança no país, podendo ser chamado de terrorista, monstro, idealizador;
Evey: Uma garota que vai de alguém com medo de tudo, até uma pessoa sem medo, agindo da maneira que acha correta;
Evey: Uma garota que vai de alguém com medo de tudo, até uma pessoa sem medo, agindo da maneira que acha correta;
Chanceler: Acho que poucas vezes em um filme alguém passou uma sensação tão precisa de um ditador em um nível Hitler de ser.
Alias, na hora que é contada a história da Valerie (a menina lésbica que foi presa), a forma retratada do preconceito não é algo fora da realidade. Se algum fanático religioso (como muitos existentes no Brasil e no resto do mundo) conseguisse assumir o poder de um país num nível de um ditador, aquela aniquilação e censura aos homossexuais, formas de arte protestantes e pessoas de religiões diferentes (vide o Alcorão na casa do Gordon, que é um item censurado) iria com certeza ocorrer, talvez até com tortura, sabendo que existem pessoas realmente doentes por aí (alô Bolsonaro). Quer dizer, coisas desse tipo aconteceriam em qualquer caso de Ditadura, afinal, ditadores costumam ser fanáticos...
Nota pro filme: 8,5/10
Bom, essa é a primeira opinião sobre um filme aqui no blog. Como vocês podem ter percebido, é algo extremamente pessoal, não considerem como se eu dissesse que é a verdade absoluta ou que eu estou totalmente correto.
Curiosidades: Guy Fawkes (a inspiração e pessoa representada na máscara do V) não é um personagem criado pelo filme. Ele de fato existiu. Clique aqui e leia um pouco sobre sua história! :)
- Ânderson Luís, ASOR

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