Coisas pensadas e feitas por um cara.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Uma possível história do futuro

Oi, como vocês estão nesse fim de ano?
Este post será diferente. O que eu tentei fazer foi um pequeno conto envolvendo astronomia, um possível futuro da humanidade e uma adaptação de algo que eu lembro de ter lido no livro Cosmos, escrito pelo Carl Sagan e que já apareceu aqui no blog nesse post.
O texto ficou relativamente maior do que o normal e, por causa disso, eu pensei em postá-lo em partes (até porque ele já está dividido em 4 partes), mas achei melhor postar tudo de uma só vez... 
Bom, espero que vocês gostem! :)


Objeto
Diário Astronômico #1.

Ano do universo número: 13.799.000.000;

Acabamos de fazer a maior descoberta de nossa história. Enquanto observávamos um dos nossos mais famosos cometas passar um pouco além de nossos planetas vizinhos, notamos a existência de um minúsculo objeto pela primeira vez observado. Notamos quase imediatamente que, pela sua forma, este objeto deveria ter sido criado por algum tipo de vida inteligente. A primeira pista da existência de vida fora de nosso planeta!
Nossa equipe agiu da maneira mais rápida possível para que conseguíssemos recuperar o Objeto sem causá-lo danos e trazê-lo até nosso planeta para que nossos cientistas pudessem examiná-lo e testá-lo.
Nele encontramos escrituras e informações. É óbvio que a espécie que o construiu tinha um certo nível de conhecimento científico.
A idade do Objeto é estimada em quase um milhão de anos. Mal conseguimos segurar nossas expectativas sobre essa descoberta.

Diário Astronômico #2.

Ano do universo número: 13.799.000.000;

Conseguimos decodificar uma variedade de informações do Objeto encontrado. Os criadores do Objeto deixaram seus equipamentos "prontos para o uso" e escreveram nele algumas informações de como estudá-lo! Nele estão contidos sons, entre eles alguns que nós identificamos como vento e algum líquido (talvez água?), e outros que nunca ouvimos antes, mas que se assemelham muito com sons de alguns seres vivos de nosso planeta. Notamos também alguns áudios com algum tipo de melodia que acreditamos ser uma forma de música da civilização criadora do Objeto.
Além disso, encontramos uma mesma série de áudios que parecem ser produzidos por uma mesma espécie, mas de diferentes formas e em diferentes "vozes". Poderiam essas diferenças serem idiomas? Estou fascinado com nossas descobertas!

Diário Astronômico #3.

Ano do universo número: 13.799.000.000;

Acabamos de decodificar mais informações e encontramos diversas imagens de conteúdo científico (como o espectro da luz) de seres vivos desse outro planeta (incluindo fotos e anatomias de uma espécie que acreditamos ser a criadora do Objeto) e de algumas paisagens do planeta. Que mundo belo e diferente do nosso eles possuem! Nos foram enviadas amostras de DNA de uma espécie (acreditamos ser da espécie criadora do Objeto), mas ainda não estudamos as amostras completamente. Também identificamos um diagrama da evolução desta espécie que acreditamos ter nos enviado o Objeto.
Não só isso, mas nos enviaram algumas informações sobre seus conhecimentos em matemática e física, além de informações sobre seu sistema de planetas e sua estrela!
Também conseguimos decifrar mais um dos sons contidos no Objeto. Tudo indica que um dos diversos sons nada mais é do que os sinais vitais de alguma espécie!

Nosso próximo passo será calcular a trajetória da nave e usar as informações contidas nela para tentar identificar o planeta do qual ela se originou e, talvez usando da nossa mais avançada tecnologia, tentar alguma forma de comunicação ou, ao menos, observar esse planeta que, assim como o nosso, possui vida.

Diário Astronômico #4.

Ano do universo número: 13.799.000.001;

Após muitos meses de trabalho, finalmente encontramos o que acreditamos ser a origem do Objeto, e este acaba por ser um dia muito triste para nós...
O planeta que acreditamos ter abrigado a civilização criadora do Objeto, a partir das informações nele contidas e de nossos cálculos, está devastado. Não sabemos dizer se foi algum acidente cósmico com meteoros, alguma alteração na sua estrela ou no núcleo do planeta. Talvez um aquecimento global fora de controle, como o que nós já enfrentamos no passado, tenha feito o planeta muito quente para a vida, ou o contrário disso, o planeta tenha esfriado de mais para suas espécies durante uma era do gelo muito longa... ou, numa previsão mais triste, a civilização que criou o Objeto tenha destruído a si mesma e levou o resto da vida no planeta junto nesta catástrofe.
O planeta em que se originou o Objeto é um pequeno planeta azul, o terceiro a partir da estrela em um sistema contendo 8 planetas.
Acreditamos que a civilização chamava seu planeta de "Terra" e se autointitulavam "humanos".
Uma grande perda para o planeta. Uma grande perda para o universo...

Ânderson Luís Rosa.


NOTA: O "Objeto" usado como referencia no texto é a nave Voyager 1, lançada pela NASA em 1977, e todas essas informações contidas no "Objeto" estão contidas de fato no Voyager Golden Record, equipado na nave. Como a Voyager não deve durar esses um milhão de anos, o "Objeto" do texto não é a Voyager, mas sim uma nave como ela.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Percebi o Futuro...

Acabei de perceber que nunca imaginei o futuro que vem além desse ano...
Percebi que sempre em que eu imaginava o futuro, eu pensava basicamente em: fazer 18 anos, me formar, ENEM e vestibular. Nunca pensei além disso. Nunca planejei além disso. Nunca me vi além disso.
Ao perceber que já estou com 18 anos e me formando daqui aproximadamente 1 mês, com o ENEM sendo amanhã (08/11) e vestibular faltando pouco menos de 2 meses, percebi que cheguei no futuro que sempre imaginei, planejei e esperei. 
Percebi que nunca imaginei além.
Percebi que chegou a hora do VERDADEIRO futuro e de viver aprendendo coisas novas novamente. Fazer novos planos, conhecer novas pessoas, viver uma nova fase da minha vida. Viver outra vida.
Percebi que talvez seja simplesmente melhor não pensar no futuro, mas sim apenas fazê-lo e vivê-lo...

Ânderson L., ASOR.
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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Será que fazem algo mais?

Geralmente, aqui no blog, eu só posto coisas que eu mesmo escrevo. Desta vez, entretanto, vou postar um pensamento que eu achei espetacular, usado na abertura do capítulo VII do livro Cosmos escrito pelo Carl Sagan.

"Se for interpretado um registro fiel das ideias do Homem sobre Divindade, ele será obrigado a reconhecer que, na maioria das vezes, a palavra "Deus" foi utilizada para expressar as causas ocultas, remotas e desconhecidas de efeitos testemunhados por ele; que ele aplica este termo quando a origem do natural, a fonte das causas conhecidas, deixa de ser visível: assim que perde a linha de continuidade das causas, ou logo que a sua mente não consegue mais seguir uma cadeia de acontecimentos, ele resolve a dificuldade, termina sua busca, atribuindo-a a Deus... Quando, portanto, atribui a Deus a produção de algum fenômeno... não estará ele fazendo nada além de substituir a limitação da sua própria mente por um som que está acostumado a ouvir com respeito e temor?"

- Paul Heinrich Dietrich, Baron von Holbach, Système de la Nature, London 1770
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sexta-feira, 9 de maio de 2014

E se?

E se você pudesse mudar o mundo?
E se as pessoas pensassem antes de agir?
E se vivêssemos em outro planeta?
E se os humanos não fossem a espécie dominante?
E se Einstein, Newton, Sócrates, Pitágoras e da Vinci não tivessem nascido?
E se estes mesmos estivessem vivendo nos dias atuais?
E se Hitler não tivesse nascido?
E se Hitler tivesse vencido a guerra?
E se ele vivesse nos dias de hoje?
E se o Socialismo tivesse prevalecido sobre o Capitalismo?
E se não tivesse sido Portugal a colonizar o Brasil?
E se o golpe militar tivesse dado errado?
E se ainda vivêssemos na ditadura?
E se computadores não existissem?
E se a cura pro câncer nunca for descoberta?
E se fosse descoberta hoje?
E se você tivesse vivido em 1014?
E se você estivesse vivendo em 3014?
E se você pudesse prever seu futuro?
E se perguntar fosse algo errado?
E se as pessoas se questionassem sobre a origem e o porque das coisas?
E se as pessoas realmente pensassem?
E se as pessoas aceitassem umas as outras?
E se você pudesse mudar o mundo?
E se eu lhe dissesse que você, pelo menos, pode tentar mudá-lo?
E se...?

-Ânderson L., ASOR
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terça-feira, 1 de abril de 2014

Ser diferente

Ultimamente, com a chegada do terceiro ano e se aproximando o momento de escolher meu futuro, eu tenho reparado em algo: Podemos ser muito diferentes das pessoas mais próximas de nós.
Não sou especialista no assunto, mas sempre acreditei que "escolhemos" nossos amigos não só por nos darmos bem com a pessoa, mas também por nos assemelharmos de alguma forma com a pessoa, seja por gostos, hobbies, humor ou, até mesmo, a forma de pensar.
Comigo não é diferente e sempre notei as "semelhanças" que eu possuía com meus amigos, mas ultimamente tenho percebido as diferenças. 
Eu, como muitos sabem, gosto da área das Ciências Exatas e da Natureza, mas quase TODOS os meus amigos (dentro e fora do colégio) irão/querem ir para a área das Humanas.
Por mais bobo e simples que isso pareça, quando parei pra pensar sobre isso eu me surpreendi um pouco. Por quê? Porque se você parar para pensar, humanas e exatas são áreas bastante distintas e com muitas ideias diferentes. Isso mostra a diferença que há entre meus gostos e forma de pensar e os gostos e formas de pensar dos meus amigos, me tornando relativamente diferente deles.
A partir disso, eu notei várias outras diferenças entre esses mesmos amigos e eu. Diferenças simples que sempre estiveram lá mesmo sem notar. Algo como um gostar de desenhos japoneses e eu de séries; outro gostar de ir em festas e eu de ficar em casa; outro gostar de filmes de ficção científica e eu de suspense; outro gostar de Guns'n'roses e eu de Pink Floyd...
Mas eu não sou amigo deles por pensar/ser parecido?
Acho que essa é a beleza por trás de tudo. No final, eu, você e todo mundo não temos amigos porque eles são parecidos com a gente. Temos apenas porque nós gostamos de algo na pessoa. Além disso, a própria física diz que os opostos se atraem; logo, você não precisa ser parecido com alguém para gostar dessa pessoa.

Só eu penso dessa maneira? Só eu já parei para notar essas diferenças?

P.S.: Em hipótese alguma irei me referir a "desenhos japoneses" como "anime", obrigado pela atenção.

- Ânderson Luís, ASOR.
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quinta-feira, 6 de março de 2014

O Começo do Fim

Hoje começou o ano letivo de 2014, o meu último ano no ensino médio...
Por mais estranho que pareça e por mais que eu nunca tenha pensado que isso fosse acontecer, eu me sinto nervoso, ansioso e com receio.
Mesmo quando você está no 2º Ano, você ainda tem o pensamento de não ver a hora de o 3º Ano chegar e você se livrar do colégio logo, mas quando ele chega você se da conta que uma fase inteira da sua vida (a única que você provavelmente conhece até então) chega ao fim. Sua vida está para mudar e você não sabe mais como será o futuro.
Antes sua vida era cheia de certezas. Esse ano você estuda e então ano que vem você estuda de novo, provavelmente no mesmo colégio e com os mesmos colegas e pronto. Mas, agora, isso mudou. Você estuda esse ano e ano que vem você não sabe mais o que acontecerá. Claro que muitos já sabem o que querem fazer, se irão ou não cursar faculdade e que curso farão, mas muitos não sabem. É aí que começa o medo.
Acabaram as certezas e começaram as escolhas. Antes suas escolhas eram de que roupa usar e se ia ou não estudar para a prova, mas, agora, você terá que fazer escolhas que irão afetar seu futuro e o resto da sua vida. Irá escolher com o que irá trabalhar e o que provavelmente fará pelo resto da vida. Agora você tem que andar sozinho e não ao lado dos seus pais.

É um pouco assustador pensar sobre isso, mas, apesar de tudo, é empolgante.

- Ânderson Luís, ASOR
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O Professor Ideal


Alguns amigos compartilharam esse vídeo no facebook e eu também acabei compartilhando, porque achei simplesmente genial o que é dito nele. Esse vídeo realmente me fez pensar pra caramba. 
Qual o objetivo do professor? Ser uma figura que diz o que está escrito nos livros e internet, forçando o aluno a decorar coisas para passar numa prova e depois esquecer tudo, ou ser alguém que incentive o aluno a querer aprender, descobrir coisas novas e entender o mundo?
Eu, que tenho como opção tirar Licenciatura em Física, quando penso em ser professor, não quero chegar na sala de aula, passar 20 fórmulas, explicar da maneira que é explicado no livro e mandar os alunos fazerem 50 questões para poderem decorar todas as fórmulas e irem bem na prova. Quando eu me imagino como professor, eu quero mostrar, mesmo que mentalmente, porque tal coisa acontece, como acontece e o porque de aquela fórmula ser desse jeito. Eu não quero alunos que decoram fórmulas, eu quero alunos que saibam a matéria. Eu não quero eles quietos na hora em que eu estiver explicando, eu quero que eles me perguntem porque tal coisa acontece, porque tal coisa é de tal jeito. Quero que me questionem, porque quando eles perguntam é quando eles realmente estão interessados em aprender e entender.
A pior coisa que um professor pode fazer é obrigar um aluno a decorar o que é uma sílaba paroxítona tônica, coisa que ele não irá usar em momento nenhum além daquela prova da 3ª série.
Eu mesmo não sei 50% de história/geografia que eu vi no colégio até hoje. A maioria dos meus professores dessas matérias apenas me mandavam ler X capítulo do livro e fazer as questões 1 até 13 para, então, conseguir passar numa prova.
Alias, o que é pior? Um professor de história que não consegue tornar a história uma coisa interessante ou um professor de literatura que, como citado no vídeo, te obriga a ler um livro ao invés de ti incentivar a encontrar e ler um livro que você ache interessante?
Mas acho que não se pode por a culpa pelo ensino ser do jeito que é apenas nos professores, afinal, como aluno, eu sei que a culpa também é dos alunos que vão a aula sem querer aprender ou entender. Eles só querem decorar o suficiente para passarem na prova e assim agradar os pais.
Mas, pensando por esse lado, de quem é a culpa por os adolescente serem assim? Dos professores que obrigam os alunos a decorarem coisas chatas? Da TV alienando as pessoas desde crianças? Dos pais que não incentivam os filhos a ler, fazer perguntas, questionar e a quererem aprender mais? Ou dos próprios alunos, que acham que é melhor ir em uma festa para beber ou ficar em casa jogando vídeo-game do que ler um bom livro ou então saber o que é o Bóson de Higgs e a importância dele para a ciência?

Alias, você sabe o que é o Bóson de Higgs? E quantos livros você leu nos últimos dois anos?

- Ânderson Luís, ASOR.
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

V for Vendetta (V de Vingança)

"O povo não deve temer o Governo, o Governo deve temer o povo" - V


Cara, V for Vendetta (V de Vingança) é, simplesmente, um filme sensacional.
Ele passa os ideais que muitas vezes faltam às pessoas de que não é o Governo que deve mandar no país, mas sim o povo!
V não é uma pessoa, um vingador, um símbolo ou um herói. V é uma ideia, um objetivo, uma necessidade de mudança.
Deixando um pouco de lado a parte filosófica do filme, os personagens do filme representam de maneira perfeita o que eles deveriam passar, na minha opinião:

V: Uma pessoa que busca vingança e a mudança no país, podendo ser chamado de terrorista, monstro, idealizador;
Evey: Uma garota que vai de alguém com medo de tudo, até uma pessoa sem medo, agindo da maneira que acha correta;
Chanceler: Acho que poucas vezes em um filme alguém passou uma sensação tão precisa de um ditador em um nível Hitler de ser.
Alias, na hora que é contada a história da Valerie (a menina lésbica que foi presa), a forma retratada do preconceito não é algo fora da realidade. Se algum fanático religioso (como muitos existentes no Brasil e no resto do mundo) conseguisse assumir o poder de um país num nível de um ditador, aquela aniquilação e censura aos homossexuais, formas de arte protestantes e pessoas de religiões diferentes (vide o Alcorão na casa do Gordon, que é um item censurado) iria com certeza ocorrer, talvez até com tortura, sabendo que existem pessoas realmente doentes por aí (alô Bolsonaro). Quer dizer, coisas desse tipo aconteceriam em qualquer caso de Ditadura, afinal, ditadores costumam ser fanáticos...

Nota pro filme: 8,5/10

Bom, essa é a primeira opinião sobre um filme aqui no blog. Como vocês podem ter percebido, é algo extremamente pessoal, não considerem como se eu dissesse que é a verdade absoluta ou que eu estou totalmente correto.

Curiosidades: Guy Fawkes (a inspiração e pessoa representada na máscara do V) não é um personagem criado pelo filme. Ele de fato existiu. Clique aqui
e leia um pouco sobre sua história! :)

- Ânderson Luís, ASOR
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Voltando a ter um Blog...

Cara, que saudade que eu estava de ter um blog...
Para quem não sabe, há uns 2 ou 3 anos eu tinha um Blog chamado Asor's Life, onde eu postava coisas aleatórias do meu dia-a-dia e algumas coisas que me davam vontade de compartilhar/fazer...
Bom, esse blog vai ser quase isso. Eu pretendo comentar aqui sobre algumas coisas que eu possa pensar sobre certos assuntos, seja postando frequentemente ou não. Serão posts naquele estilo que as pessoas costumam tweetar ou postar no Facebook, mas sem incomodar quem não estiver interessado em ler...
Na verdade, acho difícil alguém ler o que eu vou escrever aqui, mas o que eu quero não é que as pessoas leiam o que eu posto, mas sim compartilhar o que eu penso :)
A ideia/incentivo de criar o blog veio porque me deu vontade de ver/rever alguns filmes considerados bons e eu dar minha opinião sobre eles, não como um crítico, mas como uma pessoa normal e eu não queria postar isso no twitter.

Bom, basicamente é isso. O Layout do Blog pode ter alguns bugs ainda já que eu não manjo de HTML's, mas acessem os sites aqui do lado -> 
e também me sigam no twitter ali em cima /\ :3

- Ânderson Luís, ASOR.
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